Lei das sacolinhas por aqui, ou BYOB

Aqui nos Estados Unidos,a reciclagem já é levada muito a sério há bastante tempo. Quando cheguei aqui, em 2003, já existia coleta seletiva e centro de reciclagem na cidade. De lá pra cá, as coisas só melhoraram, e, pouco a pouco, o país vai eliminando todo o uso das famosas sacolinhas  plásticas, que são uma enorme fonte de poluição em qualquer oceano do planeta. O movimento já tem até nome, é o BYOB ( bring your own bag).

Primeiro foram as campanhas educativas; não conheço os números, mas vejo, cada vez mais, pessoas levando suas próprias sacolas aos supermercados. E até hoje não consigo entender toda a polêmica e revolta que aconteceu no Brasil quando tentaram cobrar pelas sacolinhas. É só uma evolução natural, ajuda no processo educacional, é mais ou menos como aplicar multa alta pra quem não usa cinto de segurança no carro.

E agora é oficial, a partir de 1 de outubro, em São Francisco, o consumidor que não tiver sua sacolinha, terá que pagar $ 0.10 (10 centavos de dólar) por ela. E isso não é só no supermercado, mas em qualquer lugar, com exceção dos restaurantes e padarias ( mas só até 2013).

E sem choro tá? É tudo pelo planeta.

2 ideias sobre “Lei das sacolinhas por aqui, ou BYOB”

  1. Oi José, os estacionamentos aqui sao bem caros sim. É dificil achar vaga na rua, mais facil em estacionamentos (bem) pagos. É muito mais facil dirigir aqui do que no Brasil, pois as pessoas respeitam mais as leis. Abraço

  2. Oi Maryanne, meu nome é José Alfredo Monteiro, sou de Manaus, e estou de viagem marcada para SFO em dezembro/2012.

    Quero dizer que seu blog é muito legal e ajuda bastante o turista brasileiro que viaja para SFO.

    Por gentileza, gostaria de um esclarecimento. É o seguinte:

    Tenho problemas de joelho (meniscos) e , durante minha estadia em SFO, alugarei um carro.
    É verdade que é difícil estacionar aí ou é simplesmente caro?
    Os motoristas são disciplinados e educados?
    É verdade que os estacionamentos fora dos hotéis são mais baratos?
    Grato pelas respostas e um forte abraço.

    José Alfredo Monteiro

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