De bike em Monterey, 17 Mile Drive e Carmel

Já tenho vários posts aqui sobre passeios de bicicleta testados e aprovados. O mais legal de todos é definitivamente o que sai do Fisherman’s Wharf e vai até Sausalito, passando pela Golden Gate, que está contado em vários desses posts aqui. E tem também um menor que sai de Sausalito e vai até Tiburon, podendo ser esticado até São Francisco também, os detalhes estão nesse post aqui. Hoje vou falar de outro passeio de bike, de Monterey até Carmel; mas esse eu não fiz. Enquanto os outros são mais lights, esse aqui é pros fortes, e eu não me encaixo nessa categoria. Fiz o trecho de carro, será que vale?

Aqui vai o mapa geral do trajeto. O aluguel da bicicleta fica no Fisherman’s Wharf de Monterey, e o caminho até Carmel passa pela 17 Mile Drive. Essa é na minha opinião, a parte difícil, pois tem muitas subidinhas e descidas.

map bike carmel

O caminho todo de Monterey até Carmel tem 55km, e o próprio site da Blazing Sadles calcula 4 horas, o que na minha opinião é pouco. Pelos passeios que já fiz, acho que 6 horas seria um chute mais correto. Mas se você quiser conhecer quase toda a 17 mile drive, acho que o passeio até Pebble Beach vale mais a pena. São só 38km, e o site calcula 2,5 de pedalada.

Se você gosta de andar de bike, mas não é super esportista, acho uma boa alugar uma bike só pra passear por Monterey e Pacific Grove ( a cidadezinha que fica entre Monterey e Carmel). Dá pra alugar a bike por uma 1 hora ou duas e ficar ali só curtindo o visual da praia e da calma cidadezinha a beira-mar.

Quer roubar um pouquinho? Alugue uma bicicleta elétrica e vá e volte de Carmel rapidinho. Único inconveniente é que o aluguel custa o dobro.

Custo do aluguel das bikes é de $ 8 por hora ou $ 30 pelo dia. Não é necessário fazer reserva. Quem topa?

ATENÇÀO: AS LOJAS DA BLAZING SADLES EM MONTEREY ESTÃO FECHADAS DURANTE O INVERNO E SÓ REABREM EM MAIO.

10 ideias sobre “De bike em Monterey, 17 Mile Drive e Carmel”

  1. Oi Mari, Mto obrigada, vou procurar. No curso nos alertaram bastante sobre roubo. Já estamos até com medo! Aqui é perigoso de assalto a transeunte também?
    Mto obrigada,
    Regina

  2. Oi Regina, Nao acho que vale a pena alugar bike, é melhor comprar uma usada. Vc vai encontrar no craigslist. Lembre de comprar um cadeado bem forte tb, pois é muito comum o roubo de bicicletas aqui. bj, M

  3. Oi Maryanne,
    Cheguei ontem a Berkeley, onde vou ficar por 40 dias, para estudar ingles e estou procurando um lugar que alugue bike. Hj estive no centro de Berkeley e nao consegui. Fui a 3 lugares. Um deles me disse que atualmente nao estao alugando mais por causa de roubo. Tbem me interesso por comprar de segunda mao, se for barato. Preciso de 2, somos eu e meu marido.
    Mto obrigada,
    Regina

  4. Hahaha Mari, tinha certeza!!! Eu até pensei em colocar um comentário dizendo que isso era coisa pra vc, mas fiquei com medo de asustar o pessoal, depois do post da subida do Half Dome. Que alias, foi incrivel, amei as fotos, o Paulo tb adorou. Vou colocar link pro post essa semana. beijao.

  5. Maryanne, acabei de voltar de viagem e deixo aqui minhas impressões e meu muito obrigada , já que seu blog foi precioso na montagem do meu roteiro !
    Bem, tenho a mania de selecionar roteiros e anotar a melhor época para realizá-los ; quando confirmei que meu filho de 21 anos não teria aulas na USP na semana da Pátria, consegui com que ele faltasse mais alguns dias e decidimos fazer, em família, uma viagem compacta à Califórnia ! Foram 12 dias maravilhosos, de muito sol e temperaturas amenas: 1 semana em San Francisco, 4 dias na Highway 1 e 1 dia na Cidade do México. Como o trecho São Paulo – São Francisco tem escala , preferi emitir com milhas TAM os trechos de ida e volta São Paulo- Cidade do México. Emiti o trecho Cidade do México – San Francisco e Los Angeles – Cidade do México pela United e paguei cerca de U$ 550 cada trecho, ou seja, quase U$ 1000 a menos que uma passagem normal. Apesar de termos chegado bem cedinho à Cidade do México, preferi fazer a outra perna no período da tarde, por questão de segurança. Pesquisando, vi que existia um excelente Marriott dentro do aeroporto e foi realmente um achado: conseguimos um day-use por cerca de U$ 100, o que nos garantiu descansar , tomar café da manhã e um bom banho e partir renovados para San Francisco, tanto que chegamos lá, 4 horas depois, bem dispostos para passear e jantar. Pegamos um táxi no próprio aeroporto rumo à Union Square onde preferi ficar, pois ali tem transporte para todos os lugares e a nossa locadora era perto. O hotel foi a melhor escolha das últimas viagens. A cotação do The Donatello Hotel é altíssima no Tripadvisor e não é à toa: o hotel está super bem localizado, a apenas uma quadra da Union Square, mas na parte bacana do bairro; 3 quadras para baixo, a região já fica meio esquisita. O staff é super gentil e eficiente – receberam nossas compras sem problemas – o jovem concierge que nos atendeu é uma simpatia e o lounge no último andar fornece um ambiente muito acolhedor para leitura de jornais e degustação de café, chocolate e chá. Reservei, via Booking, um quarto triplo que mais parecia um flat de tão espaçoso, moderno e confortável: cama king, enorme sofá que se transformava em excelente cama de casal, mesa de jantar, poltronas; closet e pequena cozinha separados do quarto e um bom banheiro, com uma incrível tela de TV acoplada ao espelho. Nosso quarto foi limpo todos os dias, amenities em profusão e roupa de cama de boa qualidade. A região é repleta de restaurantes, cafés e um ótimo clube de blues ao lado do hotel! Destaco o Burguer Bar do chef Hubert Keller na Macy´s, com vista tão bonita quanto à Cheesecake Factory; o Colibri, restaurante com excelente comida mexicana, muito bem avaliado e ao lado do hotel e o Biscuits and Blues, delicioso clube de blues, com shows todas as noites e ótima comida cajun. Não muito longe dali, vale a pena jantar no Slanted Door, badalado restaurante de comida asiática, sempre lotado; peça mesa com vista para a Bay Bridge iluminada . Sempre faço nossas reservas pelo Open Table: acho excelente tanto para reservar quanto para pesquisar opções de restaurantes. Para os amantes de whisky – como seu marido – descobri , ao lado do hotel, a Whisky Shop, loja especializada em produtos escoceses – bebidas, roupas, objetos – com ótimos rótulos que não são encontrados nem em free shops! Bem, San Francisco é uma cidade maravilhosa, com pessoas gentilíssimas e muito fácil de se locomover. Fizemos todos os passeios sugeridos no blog, mas destaco o Ferry Building Market aos sábados, com os produtores vendendo diretamente aos consumidores; nunca provei frutas tão deliciosas ! Lá fiz a feira da semana, comprando queijos, pães e frutas para nossos cafés da manhã, já que o hotel não oferece essa opção. Indico também o ônibus hop-on hop-off da CitySightseeing; fizemos o pacote de 2 dias, mas acho que o de 3 dias é o ideal, já que dá para ir ao Muir Woods com o ônibus, o que eu não sabia. No primeiro dia, fizemos o circuito da Union Square até a praia, passando pelo Civic Center e por dentro do Golden Gate Park. Na volta, paramos em Haight Ashbury e tivemos a sorte de pegar o início de uma festa que parou o bairro: passeio sensacional! De lá fomos descendo até o charmoso centrinho de Hayes Valley , onde almoçamos às 5 da tarde na deliciosa padaria La Boulange. No segundo dia, fomos conhecer o Fisherman Wharf e de lá iniciamos o passeio que atravessa a Golden Gate – com paradas para fotos – e paramos em Sausalito, onde flanamos a tarde toda nessa linda cidadezinha, comendo o hamburguer que desbancou o meu favorito até então – o Burger Joint de NY . A Hamburgers é uma portinha, sempre com fila na calçada, onde você encomenda o lanche e fritas, paga, retira seu saquinho e vai comer em um banco do parque em frente, admirando a majestosa baía! Aí é só pegar o ônibus e voltar. Nos demais dias, fizemos todos os outros passeios a pé, indo ou voltando de táxi, vantajoso para quem está em 3 pessoas. Recomendo se perder em Pacific Heights , com suas lindas casas vitorianas e comércio charmoso e dali seguir a pé até a Lombard Street. No Golden Gate Park, sugiro visitar a Academy of Sciences, o Jardim Japonês e o Young Museum. Na saída do parque, almoçar no delicioso Cha Cha Cha, já em Haight Ashbury.
    A cidade é muito tranquila. silenciosa e segura; o único porém, é o Tenderloin, realmente deprimente e a ser evitado. As compras, dá para fazer ali mesmo na Union Square e ruas vizinhas, região repleta de opções para todos os gostos e bolsos.
    Já de carro, alugado na Alamo, via Mobility aqui em São Paulo, fomos visitar o belíssimo parque Muir Woods, passando por Sonoma e alcançado o Napa Valley. Mesmo fazendo esse circuito em um dia, pudemos fazer tudo sem correria, principalmente porque meu marido é que iria dirigir, inviabilizando as muitas paradas para degustações. Acabamos escolhendo apenas 2 vinícolas: a Gloria Ferrer em Sonoma, com seus ótimos espumantes e a Satuui , já em Napa Valley, com um ótimo mercado gourmet.
    Decidimos visitar a charmosa Yountville, mas como não tínhamos certeza dos nossos horários, não fiz reservas, mas conseguimos almoçar no delicioso restaurante Hurley´s e comer a sobremesa na Bouchon Boulangerie, onde compramos pães deliciosos. No fim do dia, passamos por Berkeley e tivemos que deixar o Chez Panisse para a próxima vez. Começamos então nossa viagem pela Highway 1, indo primeiro para Half Moon Bay, pois meu marido queria conhecer a praia onde se formam as ondas Mavericks; de lá fomos para Stanford, que meu filho queria conhecer . A universidade é linda, enorme, com belos edifícios . Descemos então até Santa Cruz, cidadezinha muito charmosa e seguimos viagem até Monterey. O hotel escolhido foi o Mariposa Inn, onde recebemos um studio duplex, super confortável, com bom café da manhã e ao lado do centro de Carmel, onde ficamos passeando até chegar a hora da nossa reserva na Cantinetta Luca, restaurante italiano de primeira, com pratos maravilhosos e atendimento impecável : a sobremesa boudino di pan com frutas e sorvete é para nunca mais esquecer! Carmel é sem dúvida um lugar que quero voltar para ficar mais tempo!Como já havíamos ido ao aquário da Academy of Sciences, apenas passeamos por Monterey, visitando o mercado de antiguidades bem organizado que tem lá e iniciamos a linda 17 Miles Drive até Carmel. De lá até Cambria, foi um dia inteiro de exclamações, paradas e paisagens de tirar o fôlego: o dia de sol, o Pacífico azul, as montanhas majestosas e a camaradagem entre turistas do mundo todo fazem essa travessia ser realmente muito especial. Paramos para comer no Rock Point, onde além da boa comida, a paisagem vale a parada. O destaque do dia foi para Julia Pfeiffer Burns State Park. Estacione do outro lado da pista e aí, depois de uma pequena caminhada, avistamos a cachoeira desaguando naquela prainha linda… O curioso é que o guarda florestal nos perguntou de onde éramos e quando falamos que vínhamos do Brasil , ele riu e disse que ultimamente o parque recebe mais brasileiros do que americanos! Decidimos pernoitar em Cambria por causa do famoso Sea Chest Restaurant. Como eles vivem lotados e não fazem reserva, escolhemos o ótimo hotel Little Sur Inn, ao lado do Sea Chest e, enquanto nos acomodávamos no quarto, meu filho foi até o restaurante, pegou nossa senha e, uma hora e meia depois, já estávamos sentados saboreando um excepcional king crab, além de uma incrível clam showder, que fez a do Boudin parecer sopa de pacote! Mas cuidado: como eles fecham às 3a.s feiras, não agende o pernoite para esse dia; nesse caso , eu optaria por ficar em San Luis Obispo, uma cidade maior e com mais opções. No nosso terceiro dia , partimos em direção a Santa Bárbara e fizemos compras no ótimo Pismo Outlet, mais uma dica do Léo. Ótimas lojas, bons preços, fácil de se locomover, enfim, um achado. No meio da tarde, infelizmente com o Hitching Post ainda fechado, seguimos para Solvang e adoramos a parada: a cidade estava alegre, com muito sol e o restaurante de comida dinamarquesa que nos indicaram, o Red Viking, satisfez nossa curiosidade e nossa fome. No fim do dia, chegamos a Santa Barbara e nos acomodamos no bem localizado Brisas Del Mar , Inn at the Beach. Os hóspedes recebem um espumante de boas-vindas, degustam queijos e vinhos no fim do dia e cookies deliciosos com leite à noite ; servem também um ótimo café da manhã. Recebemos um pequeno apartamento, com sala, quarto, banheiro, copa e cozinha. Tudo muito limpo e acolhedor, mas bem datado, me senti na década de 60: papel de parede de florzinha, móveis pesados, teto baixo…O banheiro era pequeno, mas decente, ótimo closet para acomodar malas, limpeza muito boa, ar condicionado só no quarto, o que deixa a sala um pouco abafada. No entanto, a equipe é tão amável e o local é tão bem organizado , que nos sentimos muito bem ali. Jantamos em uma cervejaria ali ao lado, indicada pelo concierge, nada de especial, a não ser a ótima banda que tocava ali.
    No dia seguinte, fizemos um tour pela cidade antiga e fomos conhecer o Vale de Santa Inês. As paisagens são incríveis e vale a pena conhecer algumas vinícolas; por causa do pouco tempo escolhemos a Bridlewood, bem bonita, mas com vinhos apenas ok. |Voltamos a Santa Bárbara e como era domingo, os restaurantes que escolhi estavam lotados: o simplérrimo La Super Taqueria e o seu vizinho, Los Agaves. Voltamos então para conhecer o Fisherman Wharf e almoçamos tardiamente no Eladio´s, que valeu pela vista: comida muito sem graça. No dia seguinte ainda deu para pegar as bicicletas do hotel, fazer um ótimo passeio pela orla, arrumar as malas e partir para o aeroporto de Los Angeles. Essa parte da viagem para mim foi a menos interessante: apesar das lindas praias, a paisagem no geral – muito árida – foi bem decepcionante. Fizemos , no entanto, uma parada para o almoço que vale anotar: o Malibu Seafood é considerado o melhor lugar para se comer frutos do mar na região. Pare no acostamento mesmo, como os locais fazem. Descobrimos isso só depois, quando fizemos um longo retorno e ainda pagamos para estacionar no local, que faz parte de uma reserva natural! Ali tudo é muito fresco e o menu é afixado na parte de fora da pequena cozinha . Lá dentro você faz seu pedido, paga e recebe um chip. Já na sua mesa ,na parte externa e com vista para o mar, seu chip apita, você vai até uma pequena janela, pega seu pedido e se delicia com tacos de peixe, sanduíche de lula, camarões grelhados, enfim, uma orgia de frutos do mar da melhor qualidade. Fomos então para o aeroporto de Los Angeles, não sem antes enfrentarmos os famosos congestionamento da cidade. Portanto, vá com folga em relação ao horário.
    Embarcamos no fim do dia, chegamos tarde na Cidade do México e nos hospedamos de novo do Courtyard Marriot do aeroporto. No dia seguinte, o concierge nos indicou um taxista que, por 20 dólares a hora, nos levou para conhecer a Igreja de Guadalupe, o centro e o Mercado de Artesania. Por ser dia da Independência do México, não pudemos apreciar o Zócalo, fechado para os festejos. Conseguimos um late check out e à tarde retornamos ao Brasil, já saudosos dessa viagem tão intensa e especial!

  6. Oi eu estive em San Francisco por um mês e fiz o passeio pela Golden Gate até Sausalito, mas aluguei a minha bicicleta na Sports Basement perto da ponte e perto do Crissy Fields. Paguei $25,00. Logico que na volta tive que devolver lá perto da ponte, mas valeu muito a pena, pois nesse caminho de volta pude ver o Palace of Fine Arts.

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