Roteiro da Andrea – Carmel e Sul da California

Aqui vai a 2a parte do roteiro da Andrea.Nessa parte ela conta como foi a viagem de Carmel, passando pela HW 1, Santa Barbara, Disney, San Diego e Los Angeles.

10º dia – MONTEREY – BIG SUR – HEARST CASTLE – SAN LUIS OBISPO: saímos bem cedo pois era o dia do Big Sur, com todas as suas paradas para fotos e ainda visita ao Hearst Castle, cujas entradas já havia comprado pela internet para a última visita do dia, as 15:40hs. Considero como 4 paradas principais e imperdíveis:1º) Bixby Bridge, (a Rocky Creek Bridge e a Bixby Bridge são muito parecidas, mas a 2a é ponte mais fotografada do trajeto tem lindos mirantes tanto antes quanto depois dela). A Bixby Bridge fica exatamente a 13 milhas (21 km) ao sul de Carmel. 2º) cachoeira do Julia Pfeifer Burns State Park – passando a Bixby bridge, ainda em Big Sur, fique de olho nas placas até encontrar o Julia Pfeiffer Burns State park. Você estaciona, pega a passagem sob a estrada (dez reais por dia que devem ser pagos numa caixinha e em dinheiro) e dá uma caminhada de uns 15 minutos que te leva na McWay Falls, simplesmente uma cachoeira que despeja suas águas no mar. Que visual! Obs: não entrar no Pfeiffer Big Sur State Park, que é outra coisa (um parque sem grandes coisas pra ver…). A cachoeira fica após este parque. 3º) Elefantes Marinhos no Farol Piedras Blancas. Os meses mais populosos do ano, são entre dezembro e Janeiro. Os elefantes marinhos não são os animais mais lindos que você já viu, mas seguramente estão entre os mais curiosos. Aproveite a parada para observar dezenas, ou quem sabe algumas centenas desses enormes animais. ** Entre essas 3 atrações, haverão vários “vista point” onde se pode parar com o carro para tirar fotos do lindo visual das encostas do Big Sur. Fique à vontade para parar onde quiser. 4º) Visita ao Hearst Castle – chega-se com o carro no estacionamento, troca-se o papel da internet pelos tickets e pega-se o ônibus que te levará até o alto da montanha onde fica o castelo. Obs 1: O horário agendado na internet, é o horário para pegar este tal ônibus. Chegue um pouco antes. Obs 2: o tour mais procurado e o ideal para quem vai na 1ª visita é o “Grand Rooms tour”. É arriscado deixar pra comprar na hora da visita. O ideal é garantir comprando com antecedência pela internet. ** Como estávamos com os meninos, ainda paramos no meio do caminho para almoçar. Foi difícil conseguir um restaurante legal, com preço razoável e comida pra eles. Alguns tinham vistas lindas mas os preços e o atendimento eram de matar…Acabamos encontrando um bem legal, agradável, com kids menu e preço justo, já perto de San Simeon e do farol. Feito o tour Grand Rooms e fotos no local, o que leva umas 2 hrs, rumamos para São Luis Obispo, onde nos hospedamos no Hotel Embassy Suites SLO. Ótimo e muito bom para famílias. Curiosamente, o hotel fica dentro de um centro comercial/shopping e fomos jantar à pé num restaurante que havia lá dentro chamado Tahoe Joe’s Steakhouse, restaurante de carnes, categoria razoável.
11º dia – SAN LUIS OBISPO – SOLVANG – SANTA BARBARA: de manhã demos uma volta pelo centro comercial onde se encontrava o hotel. Várias lojinhas legais: Bed Bath and Beyond, Sports Authority, dentre outras. De lá, seguimos para Solvang onde demos uma volta pela cidade e almoçamos na “Solvang Brewing Company”, comida razoável e serviço lento. Então, rumamos pra Santa Barbára e fomos visitar as missões assim que chegamos. Dizem ser uma das mais bonitas e bem conservadas da Califórnia. Como não fui a outras, achei bem bacana. Nos hospedamos no La Quinta Inn Suites, antigo motel totalmente remodelado que virou uma espécie de hotel-boutique. Quarto ótimo, localização excelente, bem na State Street. Essa rua é longa e vai até a praia. Pelo caminho muitas lojas legais e vários restaurantes. Estava tudo lindamente enfeitado para o Natal. Apesar dos vários restaurantes, foi difícil achar um com cardápio que agradasse aos kids e acabamos jantando no Santa Barbara Brewing Company. Gostamos muito do local e da comida e ainda degustamos algumas cervejas.
12º dia –SANTA BARBARA – CAMARILLO OUTLET – SAN DIEGO: como nosso voo partiria de Los Angeles, passamos batidos por ela, rumo a San Diego e a deixamos como ponto final da viagem. Mas, antes disso, demos uma parada no Camarillo Outlet que fica a no meio do caminho entre Santa Barbara e Los Angeles (a 40 minutos de cada…). O outlet não é enorme como os de Orlando ou NY, mas tem as principais lojas que os brasileiros gostam e bem mais vazio. Entretanto, ele é espalhado e, às vezes, precisa-se do carro para ir de um bloco a outro (são 3 blocos). Passamos boa parte do dia por lá e seguimos para San Diego em mais 2:30hs de viagem com 1hr para jantar, chegando lá já à noite, onde nos hospedamos no Best Western plus Bayside Inn. Hotel com ótima localização próximo ao píer, Seaport Village e USS Midway, porém o mais fraco de todos que ficamos da rede Best Western Plus.
13º dia – SAN DIEGO: Visita ao San Diego Zoo. Ficamos lá de 11 às 17hs pois tem bastante coisa pra ver. Saindo de lá fomos ao Shopping Fashion Valley, que é muito bonito, novo e tem várias lojas legais, inclusive uma Apple e também tem uma Cheesecake Factory (onde aproveitamos para jantar) e um PF Chang em prédios anexos. Nada fica a dever aos melhores shoppings de Miami e Orlando.
14º dia – SAN DIEGO: passeio pelo Seaport Village, passando em frente ao porta-aviões USS Midway, que não entramos por ser muito similar (com menos atrações inclusive) que o Intrepid de NY, que já conhecíamos. Passamos também pelo Fish Market. De lá, seguimos para La Jolla onde demos um passeio pela praia e vimos leões-marinhos pelas pedras. Fomos ao Children´s Pool e a La Jolla Cove, que são os melhores lugares para ver essas figuras. Almoçamos no PF Chang de La Jolla e seguimos para o Mission District para conhecer a Old Town San Diego, o lugar onde a cidade foi fundada e mantém características originais daquela época. A área é turística mas muito simpática pois remonta ao velho oeste com lojas se restaurantes com arquitetura típica daquela época. Há muita opção interessante pra se comer por lá, mas em função das crianças, acabamos optando por voltar ao Cheesecake Factory.
15º dia – SAN DIEGO – ANAHEIM (com Disney): saímos bem cedo em direção a Anaheim e, em 1:30hs, chegamos ao nosso hotel Marriot Residence Inn Anaheim. Deixamos o carro lá, compramos os tickets no próprio hotel (não havia desconto, mas evitou que pegássemos fila) e seguimos para o 1º parque, Disneyland, à pé mesmo (15 minutos andando). Dia de virar criança novamente e desfrutar dos brinquedos do parque. Ficamos até fechar. Obs: os parques da Califórnia são menores que os de Orlando, porém são mais vazios também e dá pra fazer cada parque em 1 dia. Acho muito corrido fazer os 2 parques no mesmo dia e, com certeza, não vai dar pra ver tudo.
16º dia – ANAHEIM – LOS ANGELES (com Disney): caminhamos até o 2º parque, o Disney California Adventure, onde passamos novamente o dia inteiro de pura diversão dentro do parque. Destaque para o brinquedo “Radiator Springs Racers”, que não tem nos parques de Orlando. Mas é preciso pegar o fast pass bem cedo pois é muito concorrido e as filas são enormes. Saindo do parque já na hora de fechar, pegamos o carro no hotel e fomos para Los Angeles onde já chegamos tarde da noite e nos hospedamos no hotel “The Farmer’s Daughter”, um antigo hotel estilo motel, mas totalmente reformado e transformado num hotel-boutique, super bem localizado, praticamente em frente ao Farmer’s Market e ao shopping The Grove.
17º dia – LOS ANGELES: 1º dia com chuva na viagem. Café da manhã no Farmer’s Market, com rápida circulada no The Grove e na CVS. Como já conhecíamos Los Angeles de outras viagens e estávamos no inverno, optamos por não irmos para o lado das praias e fomos conhecer o Getty Museum. É um museu adorável, linda arquitetura, vista incrível da cidade, ótima cafeteria com boas opções para almoço e acervo enxuto e super interessante. Inclusive com uma área interativa para as crianças. E a entrada é de graça. Saindo de lá, demos uma passada no shopping Beverly Center, onde jantamos no California Pizza Kitchen.
18º dia – LOS ANGELES: 2º e último dia de chuva em toda viagem. Rumamos direto para o Griffith Observatory, onde tomamos café da manhã. Passamos boa parte do dia por lá, que é uma espécie de museu e planetário. Assistimos ao show “Centered in the Universe”, que parece ser o mais popular. A entrada também é de graça, paga-se somente pelo show (equivale a uma sessão de planetário), mas é barato. Fica em Hollywood e de lá pudemos avistar o famoso letreiro. Saindo de lá, fomos dar um passeio por Beverly Hill onde andamos pela Rodeo Dr e vimos as lojas chiques do lugar. O jantar foi num restaurante em Hollywood chamado The Village Studio City, local indicado por uma amiga brasileira que mora por lá.
19º dia – LOS ANGELES: café da manhã no Farmer’s Market e seguimos para Universal Studios. O parque é menor que o de Orlando mas, assim como os outros, dá pra fazer em 1 dia e não tem muita fila. Gostamos muito, apesar de acharmos a entrada dos parques muito caras (de todos eles). Compramos os tickets no próprio parque. Jantamos no City Walk, no Tony Roma’s. Bom restaurante, cujo carro-chefe são as costelinhas, mas achei um pouco caro. De volta ao hotel, arrumamos a bagagem para o retorno ao Brasil no dia seguinte.

2 ideias sobre “Roteiro da Andrea – Carmel e Sul da California”

  1. Obrigada Gabriel! Sim, no inverno o visual é lindo e muito diferente, por não termos esse tipo de coisa no Brasil. Entretanto, temos que ser prudentes. Não mencionei no roteiro, mas no 6o. dia, em que tínhamos uma aula de esqui agendada em Sierra at Tahoe, caiu uma nevasca na noite anterior, que continuou durante o dia. Conversando com outras pessoas no hotel, percebi que teríamos que colocar correntes nos pneus, mas meu marido, por falta de experiência, disse que iria tentar ir bem devagar, blablabla. Mas, não houve jeito! Na entrada da estrada tinha uma espécie de blitz só deixando passar quem estava com correntes ou pneus de neve (não adianta apenas ter um carro 4×4, tem que ter um pneu específico). Para nossa salvação, uns 20 metros antes desta blitz havia um grupo de homens com a placa “chain installer”…rsrsrs…totalmente paramentados com luvas, colete luminoso, roupas adequadas praquele frio. Além de cobrar pela instalação, eles também vendiam as correntes. Pagamos felizes e foi o melhor que fizemos para nossa segurança. Essa coisa de colocar corrente não é simples nem mesmo para os americanos. Só mesmo para aqueles que já vivem em regiões que nevam muito e acabam tendo prática. Quem vai esquiar eventualmente nem sempre precisa usar correntes. Por exemplo, esse foi nosso único dia com neve caindo. Os outros foram de pleno céu azul!

  2. Parabéns pelo relato!
    Fiz uma trip parecida com esta (San Francisco-LA-Vegas), e durante o mês de setembro/14. Imagino que num visual de inverno com neve, tudo deve mudar.
    E minha namorada e eu gostamos muito do Farmer’s Market. Surpreendeu!

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