Afinal, o que é esse tal de Toefl?

Assessoria Estudantil – Por Waldana Helin, parceira do Hotel California Blog

Toefl – Nesse post você vai  entender melhor o principal teste exigido para admissão nas universidades americanas.

O que é o Toefl? Uma prova simples para alguns e um pesadelo para outros. O Toefl é um teste de suficiência que avalia a capacidade de usar e compreender o inglês em nível universitário. Todo estudante que não reside em um país que fale inglês como primeiro idioma, e queira aplicar para uma bolsa de estudos, cursar um curso superior ou especialização, precisará realizar o teste. As instituições de ensino exigem uma determinada pontuação que comprove que o aluno domina o idioma de modo que possa acompanhar as aulas. Existem outros testes que comprovam a suficiência de inglês, no entanto, nos Estados Unidos o Toefl é considerado o mais completo deles e é portanto, o mais aceito.

Vale lembrar também que já existiram algumas versões do Toefl, os quais eram realizados em caderninhos, tipo prova de vestibular. Mas o teste válido atualmente é TOEFL iBT, o qual é administrado pelo computador. Embora seja realizado via internet, o candidato precisa faze-lo em um determinado local que são designados e preparados para aplicação dos testes.

Qual a pontuação você precisa para passar no Toefl? Na verdade não existe passar ou não passar no teste. Quanto mais pontos você fizer, melhor. O teste é composto de 4 frentes: reading, listening, speaking e writing, ou seja, avalia a capacidade do aluno de combinar as habilidades de leitura e interpretação de texto, compreensão oral, expressão oral e escrita para realizar tarefas acadêmicas. Cada uma destas 4 frentes tem 30 pontos, totalizando 120 pontos no total. Colleges por exemplo, exigem no mínimo 60 pontos, cursos de extensão 80, e cada universidade pede uma pontuação distinta geralmente acima de 90, e há inclusive instituições que aceitam o aluno de forma condicional caso ele tenha poucos pontos abaixos do exigido, desde que o estudante se comprometa a continuar frequentando as aulas de inglês durante determinado período até atingir determinado nível. Alunos que frequentam Stanford, por exemplo, tem uma pontuação média de 110 no Toefl, o que é extraordinário! Digamos que 80 é bom, 90 muito bom, 100 é ótimo e qualquer ponto acima disso, é excelente.

A prova é realizada em diferentes datas e em diversos países nos centros de aplicação específicos e atualmente mais de 9,000 instituições de ensino superior, em mais de 130 países aceitam as pontuações do TOEFL.

O teste custa entre US$ 160 e US$ 250 dependendo do país que o estudar o fizer e é possível refázê-lo (pagando novamente a taxa) depois de um período de 12 dias.

É bem importante que o candidato realize a inscrição com bastante antecedência, pois alguns centros tem poucas datas disponível e parte delas pode estar lotadas. Além de mais, pesquise sobre o local para fazer o teste, pois quanto mais preparado ele for, mais chances de se concentrar e obter uma pontuação melhor. O resultado demora em média 10 dias úteis, portanto se o score for abaixo do esperado, também terá tempo hábil para refazer a prova. Há taxas extras para reagendar o teste ou marcá-lo com urgência.

Ao agendar a prova ou até a data que ela for realizada, é possível escolher 3 instituições para qual a pontuação deverá ser enviada, as demais, ou se o aluno optar por enviar depois deste período é cobrada outra taxa. A inscrição é realizada online e o pagamento é via cartão de crédito pelo website ou pelo telefone.

No site oficial do Toefl existem algumas questões de exemplo, para entender melhor como o teste funciona e o estudante pode inclusive adquirir o material preparatório.

Todos os detalhes sobre a prova, poderão ser encontrados em breve no blog acontecenovale.com.

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Test Blog da blogueira…

Hoje chegam 3 amigas do Brasil e terei a oportunidade de fazer um test drive do meu blog! Vou checar novamente as minhas dicas de roteiros pela cidade, que foram postadas no início do blog ( quase 6 anos atrás), restaurantes, atrações super turísticas e também as dicas dos leitores.

Elas vão ficar aqui 2 semanas, e nesse tempo, vamos  fazer a HW-1 até Los Angeles. Vocês terão dicas fresquinhas, e dessa vez serão as minhas dicas. Não terei muito tempo para  escrever, já que elas ficarão na minha casa; então minha idéia é postar no instagram diariamente e passar aqui pra contar bem rapidinho o roteiro dw cada dia. Depois aguardem as dicas a partir do dia 30, quando elas forem embora.

Vou atualizando esse post mesmo até lá. Boa viagem pra nós.

Dia 1:
Peguei minhas amigas em SFO por volta das 11 da manhā, e fomos pra casa almoçar. Depois pegamos o cable car na Union Square e fomos até o Fisherman’s Wharf. Passeamos por lá e pegamos o bondinho F pra voltar pra Union Square.
Nota 10 – acho que esse é o programa perfeito para o dia da chegada. Nāo é muito longo e o turista já sente ter feito bastante por já ter andado de cable car, ter visto a Lombard Street e Pier 39.

Dia 2:
Passeio pelo campus da Universidade de Berkeley pela manhā. Depois almoço em Sausalito no Le Garage e passeio pela cidade. Golden Gate com direito a mirante e muitas fotos. Jantar no Chez Panisse em Berkeley.
Nota 8 – nosso dia poderia ter rendido bem mais. Pro dia ficar perfeito, teríamos que ter ido ao Muir Woods também.

Dia 3:

Passeio pelo Farmers Market no Ferry Building, depois compras ao redor da Union Square. O almoço foi no Hayes Valley depois passamos pela Alamo Square, pelo Castro e pelo Mission District. Nota 10 com uma pequena ressalva: Esqueci que tinha comprado o tour do Magic Bus pelo Haight Valley as 12:30!  Morremos com $ 55….

Dia 4:

Em Napa Valley, perfeito como sempre. Tour nas vinicolas e almoço no Bouchon. Nota 10, mas estavamos todos mortos no final do dia. Muito sol, muita comida e muita bebida ( meu marido foi o motorista hoje).

Dia 5:

O dia amanheceu nublado; quer melhor desculpa pra fazer compras? Passamos o dia nas lojas. Fomos ao Costco, Apple, Bed Bath Beyond e Ross. Nota 10 e lição aprendida: pra brasileiros um dia de compras nunca é um dia perdido. :-)

 

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Bottega, bom restaurante italiano em Yountville

A região de Napa é lotada de restaurantes bons, estrelados ou não. O que não faltam são lugares com ambientes gostosos pra se comer bem, tomar uma taça de vinho e jogar fora muita conversa. Na última semana estive no Bottega, no centro de Yountville, e aprovei.

1-bottega

Começa pelo ambiente, dá pra escolher sentar dentro ou fora. Pra essa época do ano, fica meio quente sentar fora, então o negócio é ficar dentro com ar condicionado. Mas a varanda num dia de sol mais friozinho, parece ser o lugar ideal pra tomar várias taças de vinho da região.

A comida é tipicamente italiana e muito boa. Comemos e aprovamos o prato  de frios e queijos para entrada. Pra quem gosta de beringela ( eu!), a lasanha de beringela é super saborosa e leve. Vem no tamanho certo, coisa difícil aqui. Pra falar a verdade, todas as massas fizeram sucesso. O ravioli de ovo é bem delicado, e parece ser pouco, mas também é do tamanho certo. ( Nào tirei foto dos pratos porque não sei fotografar comida).

Nas carnes, o peixe do dia, a vitela e o pato também foram aprovadíssimos e o prato de frutos do mar foi super super elogiado. Os camarões, mariscos, lulas  e bacalhau são  servidos num prato fundo, com um molho de vinho branco e tomate, daqueles de raspar com o pão até terminar.

Não experimentamos as sobremesas, eu sugiro atravessar a rua e comer um doce (o eclair de chocolate ou a torta de limão são 10) e tomar  café na Bouchon Bakery.

O Bottega fica na 6525 Washington St, Yountville. Reservas são recomendadas pelo opentable.com

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Exposição em Alcatraz

Se antes era legal separar entre 2 e 3 horas pro passeio em Alcatraz, agora precisa de mais um tempinho. Está em cartaz nas próprias instalações do presídio, a exposição @Large, do artista plástico dissidente da China, Ai Weiwei.

A exposição segue um conceito que vejo acontecendo muito, que aproveita  espaços, , para expor obras de arte moderna que acabam fazendo parte do cenário.  A exposição em Alcatraz explora os temas de liberdade e confinamento. Mas o mais impressionante  é que o artista não pode sair da China. Isso quer dizer que toda o conceito da exposição foi criado, sem ele ver o espaço. Louco não? E por ser um espaço federal, nada pode ser mexido para a instalação, e a maioria das obras são suspensas.

"@Large: Ai Weiwei on Alcatraz, art exhibition"

A exposição tem uma importância grande para o artista chinês, porque o coloca em evidência, tornando mais difícil para o governo chinês a tarefa de desaparecer com ele, cmo fizeram em 2011.

A exposição acontece no prédio da ilha chamado “Penitentiary Laundry”, e custou 3,5 milhões de dólares para ser montada. Mas valeu a pena, ficou muito legal.

First floor of the New Industries Building at Alcatraz, site of the exhibition Ai Weiwei on Alcatraz

A entrada para a exposição, que vai até o dia 26 de abril de 2015,  está incluída no seu passeio para Alcatraz.

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Restaurante brasileiro no centro da cidade

Não sou de procurar restaurante brasileiro pra ir aqui em São Francisco, não sinto tanta falta, porque acabo indo bastante pro Brasil e morro de comer as coisas que gosto quando estou lá. Mas na outra noite  fomos ao SFJazz Center ( aliás, um ótimo programa), e passamos ao lado de um restaurante brasileiro, e daí não deu pra resistir.

O restaurante é o Minas Brazilian Restaurant – Cachaçaria, e o nome faz jus ao melhor que experimentamos lá, a caipirinha. Primeira e única caipirinha que tomei fora do Brasil que lembrava muito o sabor da original. Cachaça boa, limão e açucar no ponto e não aquela mistura sem pé nem cabeça que fazem aqui ( juro, já tomei “caipirinha”aqui que era mojito). Outro campeão do Minas Brazilian foi a mandioquinha frita, uma delícia, sequinha e crocante nas pontas, bem do jeito que eu gosto.

O frango a passarinho estava bem ruim, com pedaços enormes de frango com muito óleo, e o pão de queijo, apesar de demorado ( 20 min), era feito na hora com receita caseira mineira. Eles oferecem feijoada aos sábados que ainda não tive chance de experimentar.

cachacaPeça um garçom que fale português, acabei pegando a única garconete americana do lugar, que não entendia nenhum dos nomes dos pratos e acabou fazendo a maior confusão com o nosso pedido.

41 Franklin Street ( atrás do Civic Center)

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